ESF 01 passa a dispor dos médicos Itacir Zignani e Aline Benvenutti e ESF 02 de Giovani Baldissera e Gregório Espitia Cordero

Orientada pela 16ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), a secretaria antagordense definiu mudanças na Unidade Básica de Saúde (UBS), do Centro. A partir dessa segunda-feira, os atendimentos ao cidadão serão de acordo com as áreas de abrangência dos programas Estratégia de Saúde da Família (ESF) 01 e 02, cuja cobertura abrange 100% do município.

Conforme as normas do Ministério da Saúde, o atendimento deve ser preventivo e filas devem ser extinguidas. Para tanto, as equipes antagordenses serão diferenciadas pelas cores verde, para o ESF 1, e azul, para o ESF 2. Se chegar na UBS para garantir vaga para consultas antes do horário de expediente da mesma, ao invés das tradicionais fichas brancas numeradas, o munícipe receberá outra, de acordo com a cor de seu ESF.

Outra mudança é na disposição de profissionais: o clínico geral Itacir Zignani passa a integrar o ESF 1, juntamente com a doutora Aline Benvenutti, e os médicos Giovani Baldiserra e Gregório Espitia Cordero passam a atender exclusivamente ao ESF 2. Cada um deles terá disponibilidade de dez consultas por turno – cinco para atendimentos imediatos e cinco por agendamentos.

A enfermeira do ESF 02, Elisangela Contarin, explica que, dessa maneira, pretende-se diminuir filas de espera. “Ao chegar para solicitar consulta, o paciente será encaminhado para seu ESF, cujas cadeiras serão diferenciadas pelas cores específicas, e passará por acolhimento, através do qual seu quadro clínico será avaliado e, se necessário, ele será atendido em seguida; caso contrário, terá a consulta agendada para outro dia. Dessa maneira ele não ficará esperando para ser atendido. Se seu agendamento for para às 14 horas da sexta-feira, ele não precisará chegar na UBS antes desse horário, pois sua consulta estará garantida”, explica.

É obrigatório apresentar o cartão pessoal do SUS e o de identificação do ESF com o número da família para os agendamentos. Pessoas que precisam solicitar a troca de receituários para exames deverão também fazer uma consulta médica. O mesmo vale para os que fazem uso de medicamentos contínuos (que deverão também apresentar a segunda via da última receita médica, para solicitar renovação de receituários).

A agenda abrirá sempre na manhã da segunda-feira para a semana seguinte, mas se ficarem vagas em aberto elas serão preenchidas conforme a demanda. Serviços de curativos, exames, entre outros, seguirão também as novas normas. As primeiras semanas serão de adaptação. Em caso de dúvidas, o telefone para contato é o 3756 1266.

 

Além dos médicos, fazem parte das equipes de saúde:

ESF 01 (1.020 famílias)

 

ESF 02 (1.052 famílias)

 

Agentes comunitários de saúde:

Nedi Canello

Silvana Capoani Canton

Marta Corti

Nivaldo Giovanella

Aldair Werner Silva (Gringa)

 

 

 

Agentes comunitários de saúde:

Andréia Giovanella

Adriana Rui

Sirlene Riva

Franciele Vieira

Tainá Franzon

Tania Grapegia

Fabiana Dameda

 

Enfermeira:

Marlusi Pitol

 

Enfermeira:

Elisangela Contarin

 

Técnica de enfermagem:

Silvia Rusin

 

Técnica de enfermagem:

Andressa Santin

 

 

Confira o cronograma de atendimentos médicos:

 

 

SAIBA MAIS SOBRE O ACOLHIMENTO (Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde)

O que é? Acolhimento é uma diretriz da Política Nacional de Humanização (PNH), que não tem local nem hora certa para acontecer, nem um profissional específico para fazê-lo: faz parte de todos os encontros do serviço de saúde. O acolhimento é uma postura ética que implica na escuta do usuário em suas queixas, no reconhecimento do seu protagonismo no processo de saúde e adoecimento, e na responsabilização pela resolução, com ativação de redes de compartilhamento de saberes. Acolher é um compromisso de resposta às necessidades dos cidadãos que procuram os serviços de saúde.

Acolhimento com classificação de risco – A classificação de risco é um dispositivo da PNH, uma ferramenta de organização da “fila de espera” no serviço de saúde, para que aqueles usuários que precisam mais sejam atendidos com prioridade, e não por ordem de chegada.

E quem precisa mais? Os usuários que têm sinais de maior gravidade, aqueles que têm maior risco de agravamento do seu quadro clínico, maior sofrimento, maior vulnerabilidade e que estão mais frágeis.

Como saber quem precisa mais? A classificação de risco é feita por enfermeiros, de acordo com critérios pré-estabelecidos em conjunto com os médicos e os demais profissionais.  A classificação de risco não tem como objetivo definir quem vai ser atendido ou não, mas define somente a ordem do atendimento .   Todos são atendidos, mas há atenção ao grau de sofrimento físico e psíquico dos usuários e agilidade no atendimento a partir dessa análise.

 

Data de publicação: 12/09/2016

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