Para comemorar o “Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais”, celebrado no dia 28 de julho, a Secretaria da Saúde, por meio do Departamento de Vigilância Epidemiológica, promove uma ação com foco em orientações preventivas.

Ação 28 de julho! Dia Mundial de Combate ás Hepatites Virais

Para comemorar o “Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais”, celebrado no dia 28 de julho, a Secretaria da Saúde, por meio do Departamento de Vigilância Epidemiológica, promove uma ação com foco em orientações preventivas e na realização gratuita de testes rápidos para diagnóstico de hepatites B e C.

Os exames, que serão realizados na Praça “Genuíno Dallé  “, têm resultado rápido e seguro e são feitos com total sigilo e discrição. É importante destacar que só poderão fazer os exames, as pessoas que estiverem com o RG e cartão do SUS em mãos.

Além disso, quem passar pela Praça “ Genuíno Dallé ”, das 08;30h às 11;00h, pode aproveitar para receber orientações sobre  Hepatites, ainda, realizar aferição de pressão arterial, participar da ginástica laboral.

Serviço: Ação “Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais”

Data: 28 de julho (sábado)

Horário: 08;30h às 11;30h

Local: Praça “Genuíno Dallé”

 

O que é a Hepatite?

Grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a hepatite é a inflamação do fígado. Pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Existem, ainda, os vírus D e E, este último mais frequente na África e na Ásia. Milhões de pessoas no Brasil são portadoras dos vírus B ou C e não sabem. Elas correm o risco das doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite e manter as vacinas para hepatite A e B em dia.

Dados de Anta Gorda Possui um número elevado de casos de Hepatite B. Dentre eles 27 usam medicação e 10 estão em acompanhamento. Considerado elevado para o município.

Para saber se há a necessidade de realizar esses exames observe se você já se expôs a alguma dessas situações:

  • Contágio fecal-oral: condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos (vírus A e E);
  • Transmissão sanguínea: praticou sexo desprotegido, compartilhou seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam (vírus B,C e D);
    • Transmissão vertical: da mãe para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação (vírus B,C e D)

No caso das hepatites B e C é preciso um intervalo de 60 dias para que os anticorpos sejam detectados no exame de sangue.

A evolução das hepatites varia conforme o tipo de vírus. Os vírus A e E apresentam apenas formas agudas de hepatite (não possuindo potencial para formas crônicas). Isto quer dizer que, após uma hepatite A ou E, o indivíduo pode se recuperar completamente, eliminando o vírus de seu organismo. Por outro lado, as hepatites causadas pelos vírus B, C e D podem apresentar tanto formas agudas, quanto crônicas de infecção, quando a doença persiste no organismo por mais de seis meses.

As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, ou seja, cada ocorrência deve ser notificada por um profissional de saúde. Esse registro é importante para mapear os casos no país e ajuda a traçar diretrizes de políticas públicas no setor.

Sintomas

Em grande parte dos casos, as hepatites virais são doenças silenciosas, o que reforça a necessidade de ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam os vários tipos. Geralmente, quando os sintomas aparecem a doença já está em estágio mais avançado. E os mais comuns são: febre, fraqueza, mal-estar, dor abdominal, enjoo/náuseas, vômitos, perda de apetite, urina escura (cor de café), icterícia (olhos e pele amarelados), fezes esbranquiçadas (como massa de vidraceiro).

Data de publicação: 17/07/2018

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